27/11/2011

poesia e finitude (21)

ERAS a minha morte:
a ti eu podia reter
quando tudo me desertava

(paul celan - romênia, "fiapossóis", 1968
trad. flávio kothe, 'hermetismo e hermenêutica", 1985)

Nenhum comentário:

Postar um comentário